segunda-feira, 2 de abril de 2012

Tem algum tempo que não escrevo por aqui...
Algumas mudanças,pra melhor,em mim aconteceram...
Eliminei quase 12 kilos em dois meses e pouco...
Precisei de ajuda médica,dieta controlada,mas deu certo e me sinto melhor...
Meu emocional continua como sempre,vivendo o só por hj todos os dias e a cada dia
uma maneira diferente de ver a vida do meu adicto que vive em seus altos e baixos...
e eu como mãe,subo e desço junto com ele...
Só posso rezar,interceder,mas nada a ser feito...
Deus sabe o que faz...


“Contei meus anos e descobri
Que terei menos tempo para viver do que já tive até agora....
Tenho muito mais passado do que futuro...
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de jabuticabas...
As primeiras, ele chupou displicentemente..............
Mas, percebendo que faltam poucas, rói o caroço...

Já não tenho tempo para lidar com mediocridades...
Inquieto-me com os invejosos tentando destruir quem eles admiram.
Cobiçando seus lugares, talento e sorte.....
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas
As pessoas não debatem conteúdo, apenas rótulos...
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos...
Quero a essência.... Minha alma tem pressa....
Sem muitas jabuticabas na bacia
Quero viver ao lado de gente humana...muito humana...
Que não foge de sua mortalidade.
Caminhar perto de coisas e pessoas de verdade....
( Autor: Rubem Alves)

sábado, 19 de novembro de 2011

Aprendendo a driblar a fome emocional.

Conheça cinco estratégias infalíveis

Aprenda a driblar a fome emocional

Por Marcia Melsohn


Buscar conforto na comida para compensar tristezas e frustrações é uma atitude super comum, mas nem sempre a gente percebe que isso está acontecendo. E quando percebe, não consegue se conter. Nessas horas, os alimentos doces e gordurosos, por serem mais saborosos, são os primeiros a serem devorados num zás trás. “Essa fuga pode até proporcionar algum prazer, mas ele é momentâneo e vem sempre seguido de uma grande frustração”, diz a nutricionista Lara Natacci, mestre em comportamento alimentar pela Universidade de São Paulo (USP) e diretora da Dietnet Assessoria Nutricional, em São Paulo.

Felizmente, é possível se controlar diante da geladeira. Conheça cinco estratégias infalíveis:.

1- Identifique o que faz você comer mais – Faça um diário alimentar, relatando tudo o que ingeriu durante o dia, tomando nota até mesmo dos horários de lanches, refeições e eventuais beliscadas. Junto a esse registro, coloque também o sentimento que consegue identificar em cada um desses momentos ou um pouco antes disso –– tristeza, alegria, cansaço... “Ao lado de cada anotação, use uma escala de 0 a 10 para classificar a intensidade da fome”, recomenda Lara Natacci. Depois de alguns dias, observe e procure perceber o que você está comendo, quando e por quê. Trata-se de uma espécie de exercício de autoconhecimento que vai ajudar a frear os ataques de gula.

2-
Liste as atividades que gosta de fazer e substitua as guloseimas por uma delas. Nessa relação, devem entrar apenas o que realmente lhe dá prazer. Pode ser dançar, passear com o cachorro, ouvir música, andar de bicicleta, escrever, nadar, cantar e por aí vai. Procure incluir o maior número possível de opções. “Quando vier o impulso pela comida, olhe a lista e tente realizar uma delas”, ensina Lara Natacci. Você vai ver que, na maioria das vezes, dá para fazer essa troca sem dramas e perceber que não é fome o que de fato está sentindo.

3- Faça o teste da fome – Num sábado ou domingo, levante pela manhã e não tome café. Observe quais são as suas reações quando o apetite desperta. Dor de cabeça, um pouco de tontura, mau humor, fraqueza? “Depois desse exercício, quando tiver vontade de comer fora de hora, mas não estiver com uma dessas sensações, a pessoa vai saber que não é fome”, explica Lara. Claro que esse teste só deve ser feito uma vez. E, no dia a dia, ninguém vai precisar esperar por uma dessas reações para, só então, se alimentar. Mas, quando aquela gulodice incontrolável vier à tona, esse pode ser um bom termômetro para sinalizar que é chegado o momento de dizer não aos petiscos.

4- Não armazene guloseimas em casa – O primeiro passo é ir sempre ao supermercado de barriga cheia. Assim, salgadinhos e afins não vão parar no carrinho e na despensa. Sem os quitutes guardados no armário, vão sobrar itens mais saudáveis e menos gordurosos para se satisfazer num momento de fúria. “O risco de exagerar é sempre maior se esses alimentos estiverem ao alcance”, afirma a nutricionista Mariana Del Bosco, responsável pelo Departamento de Nutrição da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso).

5- Evite riscar um determinado alimento do cardápio – Na hora de escolher o que comer, inclua sempre um mix de alimentos que fornecem todos os nutrientes de que precisamos, como vitaminas, minerais, gorduras, carboidratos e proteínas. Estudos provam que restrições severas provocam exageros depois, e o resultado acaba sendo bem pior. É aí que entra o famoso efeito sanfona. Por isso, não pense em cortar radicalmente açúcar ou chocolate, por exemplo. Basta diminuir o consumo. “Quando há a restrição, geralmente logo em seguida vem a compensação, e isso é péssimo”, diz a nutricionista Lara Natacci.

Antes e atualmente



Bom,muito bom!

Com 10 dias de dieta,eliminei 1 quilo e 600 gramas
( pesei dia 15/11).
Resultado bom até,diante do que me propus a fazer.
Estava tendo um pouco de dor de cabeça (diariamente);
mas agora meu organismo ja se reeducou a nova maneira
de me alimentar.
E vamos indo devagar,mas firme,pra que os resultados
sejam sempre satisfatórios e eu chegue a meu objetivo logo.


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

primeiro passo: ACEITAÇÃO.

As Gordoréxicas

A gordorexia é um distúrbio da própria imagem, pessoas obesas não percebem que estão muito acima do peso. É uma espécie de anorexia invertida, ou seja, quando a pessoa se olha no espelho se acha normal, mas que acaba estando muito acima do peso.

Mesmo obesa, Luana Durant, 23 anos, não se sentia acima do peso. Ela diz que não conseguia se enchergar obesa e que estava satisfeita com o seu corpo. “Para mim eu estava magra e linda. As pessoas achavam um absurdo eu não me achar gorda. Só fui acordar depois que fui ao médico e vi que estva doente”, diz.

O cardiologista Sérgio Hatab diz que é muito comum esse tipo de distúrbio, principalmente em mulheres. “As pessoas se olham no espelho e veem outra pessoa”,diz. Segundo o médico, muitos pacientes só percebem o quanto estão obesas quando emagrecem.


PUBLICADO EM:

ON JUNHO 13, 2010 site de tudo um pouco

Os dias vão passando...


Terceiro dia de dieta.
Sinto fome,as vezes fico mal humorada,mas faz parte...
Voltar aos bons hábitos requer força de vontade e sacrifício.
Como em quase tudo na vida não é mesmo?
Retornei pra academia hoje,fiz meu treino de leve,sem forçar muito,
pra garantir que amanhã estarei lá de novo.
O sucesso de meu emagrecimento depende de minha paciência,boa vontade,
de minha conscientização de que obesidade não acaba só com a estética e sim traz
com ela muitos malefícios pra minha saúde. E é aí que o bicho pega.
Estou pesando 88 quilos. Veremos na próxima semana o que eliminei.
Antes de minha mãezinha morrer eu pesava 79,80 quilos.
Quero voltar a esse peso e vou conseguir.




terça-feira, 8 de novembro de 2011

Gente...Esse tal de efeito sanfona tem me assombrado desde que eu tinha uns 30 anos(hj já estou com 43).Desde então minha briga com a balança é constante.Horas eu venço,horas ela e assim vou vivendo,cheia desse tal efeito sanfona.Geralmente quando me sinto deprimida é que me acabo,comendo baboseiras.Conheço tanta gente que quando está nervosa,para de comer,perde a fome...Já eu claro tinha que ser ao contrário.Devoro tudo o que há pela frente.Depois de tantas diminuídas e subidas de peso, resolvi recomeçar a dieta e permanecer firme nesse propósito de emagrecer...São só 10 quilos que quero eliminar. Parece fácil, se pensando que já eliminei num passado não muito distante, mais de 50 kilos ( cheguei pesar 120 kilos).Mas não é. Haja força de vontade, persistência e abstinência.Recomecei a tão assombrosa dieta ontem,numa segunda mesmo, como toda vez prometo recomeçar,rs.Vou postar aqui diariamente,se possível,minhas vitórias e derrotas. Espero que sejam só vitórias.Aos poucos vou me familiarizando com este "diário virtual" na esperança que assim alcance meus objetivos.

Mah

Carne no prato,diabetes à vista?

O risco de desenvolver a doença é ainda maior quando se opta por versões processadas, diz estudo americano. Ou seja, não é só nos doces que mora a ameaça

por Thaís manarini • design Fred Scorzzo •

De uns tempos pra cá, a carne vermelha é vista com desconfiança. E o pé atrás é compreensível: estudos recentes indicam que abusar no consumo aumenta o risco de ter doenças cardiovasculares e certos tipos de tumores. Agora, uma ampla pesquisa realizada pela Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, traz à tona uma nova e perigosa relação. Depois de acompanhar mais de 200 mil pessoas por uma média de 20 anos, os cientistas concluíram que comer 100 gramas de carne vermelha por dia, o equivalente a um bife, oferece um risco 19% maior de desenvolver diabete do tipo 2. Para aqueles que preferem abocanhar 50 gramas de embutidos, como uma salsicha ou dois pedaços de bacon, a história é mais desanimadora, já que o risco sobe para 51%.

"Uma das hipóteses para explicar o perigo representado pela carne vermelha é a presença de ferro do tipo heme. Ao que tudo indica, doses elevadas do mineral causam resistência à insulina", conta An Pan, líder do trabalho. Trocando em miúdos: quando o famoso hormônio que transporta a glicose para dentro das células tem dificuldade para exercer sua tarefa, o sangue fica lotado de açúcar e, com isso, o diabete dá as caras.

Outras teorias, vale ressaltar, não foram descartadas. Uma delas coloca a culpa na alta concentração de gordura saturada encontrada nos bifes. "Essa explicação é mais plausível. Afinal, já se sabe que exagerar nessa gordura cria um processo inflamatório no pâncreas, órgão que produz a insulina", avalia o endocrinologista Antônio Lerário, diretor da Sociedade Brasileira de Diabetes.

No caso das versões processadas, há um agravante: elas são munidas de conservantes como nitratos e sal. An Pan explica: "Os nitratos são convertidos em nitrosaminas, substâncias consideradas tóxicas para as células beta do pâncreas, responsáveis por fabricar a insulina. Já o exagero no sódio do sal está associado à resistência ao hormônio".

Mesmo que os resultados não sejam conclusivos, o endocrinologista Airton Golbert, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, acredita que o trabalho merece atenção. "Diminuir o consumo de carne já era sugerido para evitar problemas cardíacos. E esse dado inédito, que é o elo com o diabete, deve nos levar a pensar mais uma vez nessa redução", afirma.

A nutricionista Semíramis Domene, professora da Universidade Federal de São Paulo, na Baixada Santista, corrobora o conselho: "Ninguém precisa tirar a carne bovina da dieta, até porque o ferro heme é o mais bem aproveitado pelo corpo. Mas sua ingestão pode ficar restrita a duas ou três vezes na semana, sendo que a porção deve ter o tamanho de uma carta de baralho". Aqui é preciso salientar que estamos falando de adultos, já que as crianças, adolescentes e grávidas precisam de um aporte mais caprichado do mineral para afastar a possibilidade de ter anemia, um quadro bem sério e recorrente no Brasil. "Para esses grupos, indicamos o consumo diário, mas em quantidades moderadas, é claro", frisa Semíramis.

Ainda de acordo com a pesquisa de Harvard, quem substituiu a carne vermelha por grãos integrais, nozes ou alimentos com baixo teor de gordura afugentou o diabete. Portanto, nos dias em que topar seguir a sugestão dos especialistas e deixar o bife fora do prato, aposte nessas boas fontes de proteínas. Semíramis dá mais ideias: "No reino animal, a melhor opção são os peixes, sobretudo os magros. E os ovos estão liberados duas vezes por semana". Para abastecer o corpo de ferro, a sugestão é combinar leguminosas, como feijão, grãode- bico e soja, a reservas de vitamina C na mesma refeição. "Entre uma garfada e outra de arroz com feijão, beba suco de laranja, limão ou acerola", exemplifica a nutricionista. "Assim, o ferro de origem vegetal se torna mais solúvel e o organismo consegue aproveitá-lo com maior eficiência."

Troca-troca

Alguns alimentos podem suprir o rico conteúdo de proteínas e ferro da carne vermelha quando ela não entrar no menu. Veja:

Proteína
Aposte em peixes magros e misturas de cereais integrais com leguminosas, como arroz e feijão. O ovo tem sinal verde duas vezes por semana.

Ferro
Associe leguminosas a fontes de vitamina C na mesma refeição. Por exemplo: ao comer feijão, tome suco de laranja. Assim, o ferro de origem vegetal é mais bem absorvido pelo organismo.